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Reabilitação após fraturas de quadril: um caminho de recuperação com segurança e autonomia

  • 13 de jan.
  • 2 min de leitura

Entenda como um plano de reabilitação humanizado e multidisciplinar pode acelerar a recuperação após fraturas de quadril em idosos, com segurança, acolhimento e autonomia.


As fraturas de quadril estão entre as mais comuns e preocupantes na terceira idade. Causadas, em geral, por quedas ou osteoporose, elas têm impacto direto na mobilidade, na qualidade de vida e, muitas vezes, na autoestima do idoso.

Mas com um plano de reabilitação estruturado, multidisciplinar e humanizado, é possível recuperar autonomia, reduzir dores e retomar a rotina com segurança.


Por que o quadril é uma região tão vulnerável?

O quadril sustenta grande parte do peso corporal e participa de praticamente todos os movimentos de locomoção. Com o envelhecimento, é comum haver perda de massa óssea (osteoporose) e redução de força muscular, o que aumenta o risco de quedas e consequentes fraturas.

Além disso, a própria estrutura óssea se torna mais frágil e suscetível a traumas mesmo em situações simples do dia a dia.

O impacto da fratura de quadril na vida do idoso

Diferente de outras fraturas, a do quadril costuma exigir internação, cirurgia e um período mais longo de recuperação. Os impactos físicos são evidentes, mas os emocionais também:

Medo de cair novamente

Perda da confiança ao caminhar

Dependência temporária de cuidadores

Risco de isolamento social e depressão

Por isso, a reabilitação deve ir muito além da fisioterapia convencional.

O que deve ser prioridade no processo de reabilitação?

Controle da dor: essencial para permitir a participação ativa no processo.

Prevenção de complicações: como trombose, infecções ou perda muscular.

Recuperação funcional gradual: respeitando limites e avançando com segurança.

Atenção à saúde emocional: a motivação faz parte da cura.

Adaptação do ambiente: para reduzir riscos e promover confiança.

A importância da equipe multidisciplinar

Um plano de reabilitação eficiente exige a atuação conjunta de diferentes profissionais:

Médico ortopedista e/ou geriatra: avalia o quadro geral e orienta sobre limitações.

Fisioterapeuta: conduz a recuperação motora, com exercícios progressivos.

Terapeuta ocupacional: auxilia na retomada de atividades cotidianas.

Nutricionista: orienta uma alimentação rica em cálcio, proteínas e nutrientes essenciais para a cicatrização.

Psicólogo: trabalha o medo, a autoestima e os aspectos emocionais da recuperação.

Cuidados essenciais durante a reabilitação

Estimular movimentos leves desde os primeiros dias (com orientação)

Manter rotina de hidratação e alimentação adequadas

Prevenir quedas com adaptações como barras de apoio, andadores e espaços livres

Monitorar sinais de dor intensa, inchaço ou febre

Incentivar o vínculo social e familiar

Reabilitar também é cuidar da autoestima

Muitas vezes, o idoso não sente apenas a dor física da fratura, mas também a quebra de confiança e da autonomia. Por isso, o incentivo à participação ativa na reabilitação é tão importante quanto os protocolos clínicos.

A empatia, o acolhimento e o apoio emocional são pilares fundamentais nesse processo.


Com um plano de cuidado adequado e apoio profissional, a recuperação após uma fratura de quadril pode ser muito mais leve, segura e positiva. Mais do que voltar a andar, trata-se de recuperar a confiança no próprio corpo, no ritmo do envelhecimento e na vida que segue.



 
 
 

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